terça-feira, 28 de setembro de 2010

sometimes...

Por vezes sinto um grande vazio e minto... mas eu sinto, eu sei que quando algo puxa para poder tornar e voltar... eu nem sempre o faço, eu sei, sei porque sou eu e  nem sempre tolero, nem por sinal compreendo e aceito a dor, mas sou justa, de consciência eu não me culpo e mesmo 'ela' autentifica-me, não pede, nem teme, nem fala, ela consente e abriga-me, não me magoa, protege!
Se for preciso seguir, ela segue, se for para esquecer simplesmente interioriza, não analisa, nem se impõe...
Mas... eu sinto, mesmo quando é capricho ou até abuso de preenchimento... pica... pica e moí, faz-me calar e consentir sofrimento e tu vais espetando a agulha e eu 'encolho' , 'mingo' por dentro... Mas... mas tu não sentes, calas e consentes amizade...
Se não sou, 'se apenas já não o sou' ... tu diz-me... não atrases, nunca fui adepta de uma vida... ela avançou-me, tem o comando, vai mudando e tenho de seguir, estou atrasada e não me vejo... escureceu o caminho, é como se não pudesse ver o sol mas ter a certeza que ele está lá, não para mim mas desde que te ilumine a ti, que te transcenda e que te tome por um rumo, que não deixe a tua mão como tu deixaste a minha, que te guie e te faça sentir-te ali, algures ou acolá (...)
Pois eu apenas estou aqui mas tu não estás, esqueces que fiquei para trás, que não segui, EU FIQUEI !

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